Como uma velha tática fez o Palmeiras atropelar o Santos

RESUMO

O Palmeiras atropelou o Santos por 3 a 0 em um clássico de mata-mata que poderia ter terminado com uma diferença ainda maior. A análise mostra que o time não precisou inventar uma fórmula nova: no primeiro jogo sem Allan, Abel Ferreira reativou padrões conhecidos, com base em um 4-4-2.

Marlon Freitas ajudou na saída, Andreas circulou com liberdade e os laterais ocuparam o corredor. Maurício e Arias atuaram por dentro, enquanto Roque fixava a última linha e Flaco flutuava pela direita. A soma de jogadores no último terço, a dobradinha entre Giay e Arias e a atuação decisiva de Flaco criaram chances em sequência.

O Santos também colaborou ao perder equilíbrio no meio-campo e deixar o corredor central mais exposto. Ainda assim, o desenho exige intensidade dos laterais e coberturas cuidadosas de Marlon e Andreas, especialmente contra adversários mais fortes. O desafio do Palmeiras é repetir o teto ofensivo sem depender tanto da fragilidade rival e encontrar equilíbrio sem bola.

Principais takeaways

  • Sem Allan, Abel reativou o 4-4-2, com laterais no corredor e Maurício/Arias por dentro.
  • O domínio veio da soma de jogadores no último terço e da conexão Giay–Arias.
  • Ajustes do Santos facilitaram os encaixes e expuseram o centro.
  • O próximo teste é manter o equilíbrio sem bola contra rivais mais duros.

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